segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Relato do feriado da Ilha do Mel


Relato do feriado na Ilha do Mel

    Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
No feriado do dia 07 de setembro eu e minha família resolvemos ir para a Ilha do Mel e ficar até o dia 10. No dia 06 a tarde começamos a arrumar as malas para irmos. Pegamos o ônibus e fomos para Pontal. Lá pegamos o barco e atravessamos para a Ilha. Chegando na Ilha fomos para a nossa pousada, e ficamos na pousada do Clodo que também é camping. Nossos pais ficaram em um quarto, eu, Jessia e Felipe ficamos em barracas. O Dad foi ao mercado comprar algo para jantarmos, fizemos macarrão, comemos e lavamos as louças e fomos dar uma volta pelo mar de fora, molhamos os pés na água, conversamos e depois voltamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos, tomamos café e fomos estudar um pouco, nos arrumamos e fomos almoçar, e enquanto esperávamos a comida, ficamos conversando sobre o nosso novo livro da família, “Família de fato, família de direito...” estaremos vendo os temas do livro e vendo também a parte dos filhos.
O almoço chegou, almoçamos e voltamos ao camping. No caminho compramos um refrigerante, tomamos um copo e ficamos livre. Jessica foi visitar as amigas dela, eu fiquei com minhas amigas do camping e Filipe foi jogar futebol.
No camping tinha uma cadelinha chamada Katrina, que era dos donas, a Tânia e a Juliane.
Mas tarde o Dad fez um macarrão para jantarmos, comemos e fomos dormir.
No dia seguinte, acordamos e fomos tomar café. Depois do café, os papais foram conversar sobre o livro, eu, Jessica e Filipe fomos fazer o Kumon. Depois cada um ficou livre para fazer coisas. Voltamos às 13 hrs e fomos para o restaurante Fim da Trilha para comermos uma paella valenciana com nossos pais. Depois do almoço eu e Filipe fomos andar de stand-up e Jessica foi dar uma volta com as amigas delas, logo depois ela voltou e nos três tomamos um banho de mar e fomos para casa.
Fomos para casa e descansamos um pouco e o Dad fez a janta, comemos e fomos para o forró que é uma festa para as pessoas da Ilha se divertirem, voltamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos tomamos café e fomos para Brasília (O outro lado da ilha) com nossos pais e nossos amigos. Passamos por pedras, muitas prais e montanhas.
Fomos até o forte. Chegando lá almoçamos e eu, Jessica e Filipe fomos levar nossos amigos para conhecer o forte e o mirante. Depois descemos e voltamos para casa, estávamos muito cansados, descansamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos tomamos café, eu, Jessica e Filipe fizemos o Kumon e fomos arrumar as malas para irmos embora. Depois ficamos livres um pouco e depois fomos almoçar. Depois do almoço já fomos pegar as malas para irmos embora. Pegamos o barco para atravessar de volta e depois pegamos o ônibus e voltamos para Curitiba.

Eu adorei o feriado na Ilha do Mel com a minha família. Aprendi varias coisas e experiências inesquecíveis.     

Soldado é assaltado por Militares, minha opinião sobre isso

Soldado é assaltado por Militares, minha opinião sobre isso

    Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
No sábado dia 02 de setembro aconteceu uma tragédia que saiu no
 jornal Globo G1:
Quatro policiais militares do 5º BPM (Praça da Harmonia) foram presos na madrugada deste domingo (3) suspeitos de agredir e assaltar um soldado do  Exército. O caso aconteceu no sábado (2), na Avenida Francisco Bicalho, na Leopoldina, em São Cristóvão.
De acordo com informações da Corregedoria da PM, dois soldados e dois sargentos estavam na Leopoldina para inspecionar ônibus e evitar assaltos a coletivos na região. Era por volta de 22h quando os PMs abordaram um soldado do Exército que estava a caminho do serviço. Durante a inspeção, a vítima relatou a PMs do órgão correcional que foi algemada e agredida com um soco no rosto, mas não reagiu ao ataque.
Mesmo constatando que não havia nada de errado, os militares   revistaram o homem e retiveram alguns pertences. Depois, o soldado do Exército percebeu que, das coisas momentaneamente apreendidas pelos PMs, faltava parte do salário que estava na carteira e um maço com nove cigarros.
Inconformado, o soldado foi, em seguida, registrar a ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), no Méier, na Zona Norte da cidade. Policiais da Corregedoria saíram para realizar diligências e, neste domingo, encontraram os PMs suspeitos de roubar o soldado do Exército.
Os suspeitos foram, então, levados para a delegacia da PM e acabaram reconhecidos pela vítima. Com os PMs, os agentes do órgão correcional encontraram R$ 509 em espécie e um maço da mesma marca e com, exatamente, nove cigarros, como o soldado detalhou ter sido levado. Além disso, o soldado fez exame de corpo de delito e ficou comprovada a agressão no rosto.
Os dois soldados e os dois sargentos do 5º BPM foram indiciados pelos crimes de lesão corporal e roubo qualificado. Os militares já  estão presos na Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói.
Eu acho que nesse requisito de assalto e roubo o nosso Brasil está cada fez pior.
Os militares estavam trabalhando para não houvesse assaltos e sem mais nem menos apreenderam um soltado que estava a caminho de seu trabalho.
Eu acho que eles deveriam ter mais consciência no que fazem, honrar o seu trabalho e não trai-lo desta forma.
  
Perguntei a várias pessoas sobre  esse acontecido, e tirei várias conclusões com as opiniões que as pessoas tiveram.                       
As pessoas não devem tocar no corpo de outra pessoa sem a autorização da mesma.                       
 A partir do momento que uma pessoa toca no corpo da outro sem a autorização da mesma é crime, está invadindo a privacidade de uma pessoa. É como se estivessem entrando dentro de sua casa sem pedir autorização.                       
 As atitudes desses polícias não foram boas já pelo fato deles pensarem em fazer algo de ruim que prejudique um cidadão é contra as leis de um policial.

Eu aprendi com essa notícia que devemos ser leais e cumprir as leis, e aprendi e concluí que se cada brasileiro cumprisse sua parte o Brasil seria um país muito melhor.

sábado, 2 de setembro de 2017

Artigo A importância do estudo na vida de uma pessoa

Artigo
A importância do estudo na vida de uma pessoa
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
Estudo. Qual a sua importância? Em uma era digital, globalizada, em que os jovens, principais e essenciais elementos do estudo e educação, recebem toneladas de informações a todos os momentos, os estudos acabam sendo deixados de lado e, muitas vezes, banalizados, faz-se necessária a revalorização deste elemento essencial para a formação do indivíduo.
Conhecendo a realidade do nosso país, onde a corrupção e desvio de dinheiro reinam e saúde e, principalmente, educação são deixados de lado, acaba tornando-se trabalho do povo reconhecer a importância do estudo.
Os estudos também nos ajudam a decidir com mais clareza o que fazer, não só em uma conta de matemática, mas na realização de grandes planos para nossa vida.
O estudo deve ser valorizado, para termos um futuro melhor porque com certeza vai ser muito bom para a vida que teremos mais para frente.

Muitos jovens pensam que o estudo não vai servir para o futuro deles, pensam que estudar e chato, que é tudo um saco, e na realidade pensam no melhor para o presente e isso é ruim e preocupante.
Por que devemos estudar?
Para que estudar?
Baskara vai servir para que na minha vida?
É muito chato estudar!
Não estudo porque não quero!
Essas afirmações e perguntas são faladas todos os dias por jovens, não só do Brasil, e sim do mundo todo.
Eu Alyson Miguel Harrad Reis já me fiz essa pergunta, por que estudar? E depois de um tempo eu mesmo me respondi, que era necessário estudar, para que eu tenha um futuro melhor.
Esse artigo tem a ver com a minha vida porque eu pensava que o estudo não ia servir para nada, mas agora eu penso diferente porque eu preciso dele para tudo. Sem estudo eu não sou nada.

Eu aprendi com esse artigo que é necessário estudar.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Relato das Férias na Europa

Relato das Férias na Europa
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
Nas férias de julho de 2017 a minha família havia planejado uma viagem pela Europa, do dia 06 de julho até 04 agosto, passando pelos seguintes países: Itália, Vaticano, Portugal, Inglaterra, França, Espanha e Suíça, passando pelas capitais de cada um e depois indo conhecer o interior.
No primeiro dia fomos para Roma e conhecemos o Vaticano  (o menor país do mundo com apenas 0,5 Km de extensão). Também conhecemos o Coliseu, um campo de batalha histórico e cenário de muitos filmes.
Fomos também para as Catacumbas de São Calixto, com mais de 50 mil corpos enterrados. Na época que foi feita não as pessoas acreditavam em um só deus e não acreditavam na morte, acreditavam que as pessoas entravam em um sono profundo e um dia poderiam acordar.
No dia seguinte alugamos um carro e fomos para Veneza e no caminho paramos em varias cidades. Primeiro foi a praia de Fano onde tomamos um banho de mar. A praia de Fano é linda, cheia de pedras, lá não tem areia apenas pedras e a água é cristalina e muito limpinha. É a água do mar Adriático. Depois de Fano fomos para Rimini que é uma praia e também uma cidade, passeamos e dormimos lá. No dia seguinte fomos diretamente para Veneza. Lá andamos de gôndola, um barco tradicional de Veneza, por meio do qual os turistas podem conhecer melhor a cidade. Veneza é uma cidade criada por pescadores para fugirem dos bárbaros e foi feita em cima de um banhado.
Depois de Veneza fomos para Florença. Lá conhecemos o rio Arno, vimos a estátua de David, andamos de charrete e logo viajamos para Pisa. Lá vimos a Torre de Pisa que é um pouco torta por causa de seu peso. Pelo fato de ser construída em cima de um banhado, ela entortou-se naturalmente.
Depois de Pisa fomos para Grosetto para dormir e no dia seguinte continuamos a viagem. Chegamos no aeroporto de Roma e pegamos o avião para irmos para a Inglaterra.
Chegando em Londres, pegamos um Uber e fomos para o nosso hotel. Lá não tinha wi-fi e eu fiquei meio chateado por causa disso, mas me serviu de lição.
No dia seguinte pegamos o ônibus de turismo. Passeamos um pouco e descemos no Big Ben e tiramos uma foto dele.
Antes da viagem, a minha irmã Jessica havia pesquisado e sugerido que a gente fosse para o aquário de Londres. Por coincidência achamos. Ele se chama Sea Life Aquarium.
Na hora de pagar recebemos a promoção para irmos à roda gigante também.
No Sea Life Aquário vimos peixes, tubarões, tartarugas, sapos, água viva entre outros animais marinhos.
Descobrimos que na vida dos cavalos marinhos é o macho que engravida.
Saindo do aquário fomos para a fila para irmos na roda gigante   
que se chama London Eye, a maior roda gigante do mundo com 135 metros de altura. Fomos também no Buckingham Palace, um dos palácios da rainha Elizabeth II. O seu palácio tem 775 quartos e 78 banheiros. A rainha tem 188 funcionários e 92 oficiais.
Depois de tirarmos uma foto do palácio, fomos caminhando pelo
Hyde Park e depois fomos para o hotel, fizemos um piquenique lá e fomos dormir.
No dia seguinte fomos andar de barco que estava incluído no pagamento do ônibus de turismo. O barco nos levou exatamente onde queríamos: a cidade de Greenwich. Nós tínhamos combinado de fazer piquenique mas mudamos de ideia. Assim que chegamos lá comemos um hot-dog alemão. Logo depois subimos pelo Greenwich park para irmos para o meridiano de Greenwich. Fomos também no museu de Greenwich, vimos os primeiros relógios do mundo e os primeiros telescópios.
Depois ficamos sentados no Greenwich park e eu gravei um vídeo dançando. Depois descansamos um pouco lá e depois fomos embora. Fizemos um piquenique no quarto do hotel e fomos dormir.
No dia seguinte nos fomos na Highgate Station onde nossos pais se conheceram pela primeira vez há 27 anos.
O papai Toni nos explicou cada detalhe do momento do dia 29/03/1990. Foi um momento emocionante para nossos pais. Papai Toni gravou um vídeo no lugar explicando tudo. Ele gravou umas 10 vezes porque ele estava bem emocionado e acabava errando nas falas.
Depois da Highgate Station fomos para Muswell Hill onde o papai Toni trabalhou e viveu por 2 anos. Fomos no mercado e depois para o  Hampstead Heath, um parque que os papais frequentavam. Fizemos nosso piquenique e depois eu e o Filipe fomos tomar banho na piscina natural. Fomos para o hotel, jantamos e fomos dormir.
No dia seguinte pegamos o carro e fomos para interior da Inglaterra para conhecermos a história do Dad. Fomos para a Ilha de Brownsea onde aconteceu o primeiro acampamento escoteiro do mundo. Pegamos um lenço deles e deixamos um nosso. Logo depois almoçamos e fomos ver as pedras de Stonehenge onde o Dad foi com os pais dele anos atrás.
Depois viajamos para Stratford onde mora o nosso tio John, irmão do Dad.
Nos jantamos com o tio John e com a esposa dele que se chama Sue. Conversamos bastante e depois fomos para o nosso hotel. Lá era o lugar mas esperado na  viagem por causa do café britânico: bacon, ovo e linguiça. Todos gostamos.
No dia seguinte viajamos para Corbridge para conhecermos onde nossos bisavôs moraram. Depois fomos para Bollington onde nosso papai David (o Dad) nasceu. Ele nos mostrou as casas onde ele morou, a rua onde ele viveu, onde ele brincou e viveu. Em seguida, fomos para a cidade vizinha de Macclesfield e visitamos a escola onde ele estudou dos 11 aos 18 anos. A escola tem mais de 500 anos. Ele se emocionou bastante.
Depois seguimos viagem para Luton.
No dia seguinte fomos para Londres de trem para fazer conexão para irmos para Paris.
Chegando em Paris deixamos nossas coisas no apartamento e já fomos passear. Alugamos cinco bicicletas e fomos até a torre Eiffel. Lá embaixo comemos batatas enquanto estávamos na fila. Subimos na torre. Tiramos fotos e descemos. Pegamos as bicicletas e fomos embora. No caminho compramos McDonalds, comemos e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos, tomamos café e fomos andar no ônibus de turismo e descemos na torre Eiffel. Lá compramos coisas para o piquenique e fizemos o nosso piquenique no Campo de Marte. Depois descansamos um pouco lá no parque na grama. Em seguida tomamos um sorvete e fomos para o apartamento. Tomamos banho e fizemos o Kumon. O Dad preparou uma macarronada jantamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos tomamos café e fomos para o museu do Louvre, o maior museu do mundo, que leva em torno de 4 dias para se ver todas as sua salas. Nós ficamos quatro horas lá e só vimos duas salas, a parte do Egito antigo e uma parte das pinturas onde fica a Mona Lisa.
No dia seguinte acordamos e fomos para a estação de trem para irmos para Genebra na Suíça a convite de uma amiga de muitos anos de nossos pais. Passamos a tarde toda viajando e ficamos três dias na casa dela.
O nome dela é Mariângela, que mora com o marido dela Antonio e o filho Felipe que tem dois animais de estimação: uma cadela chamada Luna e o outro mais exótico, uma cobra chamada Catarina.
Desde pequeno eu gosto de cobras e eu não tive medo dela. Peguei ela na mão e brinquei com ela.
À noite o tio Antonio fez uma macarronada diferenciada e exótica especial para nós, jantamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos tomamos café e fomos passear pela cidade de Genebra. A tia Mariângela teria que trabalhar, mas ela tirou três dias de folga para passar com a gente. Ela nos mostrou os principais pontos da cidade, inclusive o jato d’água, símbolo de Genebra. Assim como em Paris tem a torre Eiffel, em Londres o Big Bem, em Genebra é o jato d’água.
O tio Antonio e a tia Mariângela nos deram 30 francos suíços, 10 francos para cada um dos filhos.  O franco suíço é o dinheiro da Suíça.
Fomos em uma loja de chocolates e compramos nossos chocolates. Depois fomos ao mercado. Compramos algumas coisas e fomos fazer um piquenique na beira do lago de Genebra. O lago é gelado, mas eu e meu irmão Filipe entramos na água. Depois fomos conhecer a ONU (Organização das Nações Unidas).  Em seguida fomos para o CERN (Centro Europeu de pesquisas Nucleares), onde estudam átomos e o Big-Bang. O laboratório deles fica a 100 metros para baixo do solo e tem 27 KM de largura e mais de 120 de circunferência, onde está girando o acelerador de partículas.
Depois fomos para casa, tomamos banho e ficamos brincando um pouco. Para a janta o tio Antonio preparou uma moqueca de frutos do mar com arroz e farinha de dendê. Adoramos o jantar.
Depois do jantar os mais velhos tinham compromissos e enquanto isso eu, Jessica e Filipe fomos andar de bicicleta.
Ao voltar comemos uma sobremesa e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos tomamos café e fomos para a estação de teleférico para subimos no Mont-Blanc. Subimos até o topo, tiramos fotos compramos lembranças. Eu, papai Toni e Filipe passamos mal por causa da altitude e logo descemos.
A tia Mariângela não subiu porque ela passa muito mal lá em cima e então ela ficou nos aguardando lá embaixo. Ao descermos encontramos ela e fomos fazer um piquenique. Depois fomos para casa tomamos banho e o Felipe deu comida para a cobra enquanto nos víamos.
E na última noite na casa dos tios o tio preparou um prato típico suíço chamado Raclette. Muito diferente para nós, foi bom experimentar uma coisa nova.
Depois escovamos os dentes e fomos dormir.
No dia seguinte pegamos o trem para irmos para Barcelona. Chegando lá deixamos as coisas no hotel e fomos dar uma volta pela cidade. Depois jantamos em um restaurante chinês.
Depois fomos para casa, tomamos banho e fomos dormir.
No dia seguinte fomos tomar café no Starbucks, um lugar para tomar café. O papai Toni disse que sempre quis nos levar. Depois pegamos o ônibus de turismo para conhecemos a cidade melhor. Descemos e tomamos um sorvete. Logo depois fomos para o hotel, pegamos as malas e fomos para a estação de trem.
Fomos para Madri. Chegando lá deixamos as malas no apartamento e fomos dar uma volta pela redondeza. Depois paramos em um bar na frente do nosso apartamento, comemos uma batata porque não estávamos com muita fome. Logo depois fomos para casa, tomamos banho e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos, tomamos café e pegamos o ônibus de turismo Rota 1. Conhecemos um pouco da cidade e descemos no final. Logo depois fomos para um restaurante comer paella (paeja). Conhecemos um novo prato, a sopa de alho gelada, mais uma coisa nova para experimentar.
Depois fomos comprar ingressos para assistirmos dança flamenca.
Fomos para casa, descansamos um pouco tomamos banho, nos arrumamos e fomos assistir a dança flamenca. Eu adorei. É uma coisa muito diferente do que eu faço.
Depois do show fomos para a Plaza Mayor e comemos uma coisa típica de Madri cujo o nome para nós brasileiros pode ser estranho se chama “Porra”.  É um tipo de Churros. Gostamos. Também comemos tortillas. È um prato salgado, também típico de Madri.
Depois fomos para casa, tomamos banho e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos, tomamos café e pegamos o ônibus de turismo Rota 2. Passamos por vários pontos importantes do passado do nosso papai Toni. Depois descemos do ponto final. À tarde era uma tarde free, os papais queriam um tempo para eles. Nos deram 30 euros para irmos no KFC. Compramos um combo muito bom e fomos para casa comer. Antes havíamos combinado com os papais de fazer o kumon, arrumar as malas e fazer o relato da viagem.
Os papais chegaram à noite e conferiram as coisas. Depois o Dad fez a janta e fomos dormir.
No dia seguinte acordamos, tomamos café e fomos passear um pouco. Passamos em varias praças. Papai Toni lembrou de seu passado e se emocionou. Depois fomos em um mercado comprar coisas para fazermos nosso piquenique que havíamos planejado no jardim do Rei Juan Carlos. Escutamos músicas, colocamos o pé na água, conversamos e a hora se passou rápido. Depois fomos para o apartamento pegar nossas malas para irmos para Portugal de ônibus.
Chegamos em Lisboa bem cedinho às 6 da manhã. Deixamos as malas no hotel porque ainda não dava para fazer o check-in. Passeamos um pouco e tomamos café. Depois pegamos o ônibus de turismo e em seguida fomos para o hotel dormir. À noite fomos passear. Compramos postais e paramos em um restaurante para jantar. Comemos bacalhau e linguiça. Gostamos. Depois fomos para o hotel dormir.
No dia seguinte iríamos fazer um passeio de barco, mas não deu certo e aí fomos pegar o carro para ir à praia. Fomos para a praia do Meco, e depois fomos na praia de Sesimbra. Depois jantamos hambúrguer, bata frita, arroz e ovo. Voltamos para o hotel e fomos dormir.
No dia  seguinte saímos para ver o Santuário de Maria de Fátima e depois a cidade de Coimbra. Em seguida fomos a mais praias (Figueira da Foz e Pedrogão). Tomamos sorvete. Depois fomos para casa e  fomos dormir.
 No dia seguinte fomos entregar o carro no aeroporto e pegamos o avião para voltar para casa.
Eu aprendi com a viagem que temos que respeitar os costumes e culturas das pessoas de outros países. Aprendi a valorizar o Brasil. Essa viagem também me motivou a estudar e a valorizar as coisas que meus pais me dão e pagam para mim.



 


                                   

  



domingo, 4 de junho de 2017

Artigo: Entre Heráclito e Parmênides

Artigo: Entre Heráclito e Parmênides 
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
Duas concepções dominaram o pensamento filosófico durante bastante tempo: por um lado, as idéias de Parmênides e, por outro, o pensamento de Heráclito. Heráclito defendia a idéia de um mundo contínuo, para ele nada era mesma coisa, enquanto Parmênides definia um ser único, um ser imóvel, para ele tudo era igual, nada mudava, tudo era igual.
O conflito de pensamento de Parmênides e Heráclito é fundamental, pois pode ser considerado o primeiro choque de idéias que ainda hoje tem força, afastando-se lentamente da Filosofia da Natureza e do misticismo de Pitágoras. Neste artigo, vou abordar os conceitos e os pensamentos mais significativos dos dois filósofos.
A principal frase de Heráclito é: "Ninguém entra em um mesmo rio uma segunda vez, pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas que já serão outras." Ou seja no pensamento dele a pessoa muda todos os dias , nunca somos os mesmos.
Parmênides tinha um pensamento diferente para ele sempre seremos as mesmas pessoas, nunca vamos mudar, para ele nada muda, tudo é sempre a mesma coisa.
Eu Alyson tenho uma concepção diferente. Para mim algumas coisas têm que mudar e outras não, para Heráclito todos os dias tínhamos que ser diferentes, ou seja se eu estudei em uma escola ontem, vou ter que mudar de escola hoje? Já Parmênides diz que tudo tem que ser igual, todos os dias as mesmas coisas, será que vou usar a mesma cueca todos os dias? Vou falar as mesmas palavras todos os dias, usar a mesma roupa todos os dias?, Essa e a questão que eu quero abordar.
É ai que entra Platão, no mundo das idéias de Platão, algumas coisas têm que mudar e outras não, eu concordo muito com Platão mas o desafio é que eu entenda Heráclito e Parmênides e veja em qual lado estou, Heráclito ou Parmênides, mudança ou não mudança.
Para mim eu tenho que mudar algumas coisas e outras coisas não tem que mudar, um exemplo é que 7 anos atrás eu era bagunceiro, não sabia estudar, não queria ler, e hoje em dia tenho dois livros publicados, adoro ler, estou estudando e sou bailarino e imagine se eu fosse o mesmo Alyson hoje, imagine eu ser o mesmo sempre, às vezes é preciso mudança em nossas vidas.
Esse artigo tem a ver com a minha vida porque às vezes meus pensamentos são parecidos com os pensamentos dos pré-socraticos.
Eu aprendi com esse artigo que nem tudo na vida  tem que mudar e nem tudo tem que ficar a mesma coisa, às vezes a mudança é preciso e às vezes a não mudança também é preciso.

Artigo: O melhor bailarino do mundo

Artigo: O melhor bailarino do mundo
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
O maior bailarino do mundo é brasileiro e tem apenas 17 anos, ele se chama Edson Barbosa, ele sempre gostou de dançar, desde pequeno, entrou na escola de ballet com 8 anos e assim não parou mais de dançar, hoje ele está no grupo cultural de dança Ilha no Rio de Janeiro.
Edson nasceu em Tocantins e se mudou para o Rio para estudar dança como bolsista, ele foi eleito o melhor bailarino do mundo no 40º Prix Lausanne na Suíça.
O Prix Lausanne é realizado anualmente desde 1973, é o mais importante concurso de dança internacional para jovens de 15 a 18 anos e Edson foi o único brasileiro selecionado para a finalíssima da competição.
Eu me chamo Alyson Miguel Harrad Reis, sou bailarino  na Eliane Fetzer Centro de Dança e tenho 16 anos, danço jazz, ballet e Hip-  hop, quero seguir minha vida com a dança e ao ver a história de Edson me emocionei e foi uma motivação para mim, não vou desistir.
“Eu só tenho a agradecer a todos pela energia positiva enviada. É como ter um sonho realizado. Muitas dores, broncas e sacrifícios foram feitos e graças a Deus foram recompensados” diz Edson com todo o carinho.
Eu Alyson quero ser um belo bailarino como Edson.
Esse artigo tem a ver com a minha vida porque eu sou um bailarino como Edson e vou lutar para melhorar e ser um bailarino bom como ele.
Eu aprendi com esse artigo que não temos que dançar por dançar, temos que nos dedicar para que no futuro sejamos bailarinos fortes e com técnica.





Artigo: O maior abandonado

Artigo: O maior abandonado
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
O nome dele é Carlos Alberto Araujo e tem 72, ele nunca teve uma família, nunca teve alguém pra amar e nem ninguém para chamar de pai e mãe.
Carlos vive há quase sete décadas no abrigo para crianças vulneráveis socialmente de São Paulo, ele não conhece muita coisa por fora dos muros do abrigo.
Por causa de sua timidez e a ausência total de referência familiar ele nasceu, cresceu, envelheceu e continua abrigado.
Entre 11 e 12 anos foi a idade que Carlos foi transferido para esse abrigo que mal sabia ele que a maior parte de sua vida seria ali dentro do Educandário Dom Duarte, conhecido com “ Cidade das crianças” que abriga cerca de 500 meninos e meninas abandonados no extremo sul de São Paulo.
Carlos chegou numa camionete com outros 10 meninos e foi morar no pavilhão 23, eram 25 ao todo, cada um continha várias crianças e era mantido por uma família diferente.
Assim que Carlos chegou foi aprender carpintaria.
O local tem 470 mil m²e atualmente presta serviços de atenção a crianças e idosos também vulneráveis, os pavilhões tornaram-se espaços destinados aos programas sociais.
Carlos chorava muito nos períodos de férias e festas porque todos iam para a casa de algum familiar que restou ou algum conhecido, mas ele não tinha ninguém, então ele ficava no abrigo mesmo.
Carlos tentou ir a alguns programas de televisão para ver se encontrava algum parente mas não deu certo.
Ao completar 18 anos Carlos seguiu institucionalizado mas na condição de funcionário da instituição.
Carlos trabalhou na carpintaria por 20 anos e depois em funções administrativas.
Na sua vida adulta ele ganhou um espaço próprio, dentro do abrigo, vive por lá, tem poucos moveis mas em um estado de conservação impecável.
Acorda todos os dias bem cedo, almoça ao meio-dia e sai muito pouco, morou três anos em um hospital por conta de um problema grave de saúde.
Aos sábados ele costuma comprar pizza e sempre divide com seus colegas de trabalho da instituição.
Carlos alfabetizou-se há um pouco mais de 10 anos e aposentou-se em 2011.
Ninguém nunca tinha registrado alguém que tenha ficado tanto tempo no abrigo.
Carlos gosta de dançar, de fazer ginástica e de cuidar da horta do abrigo, nunca se casou ou namorou, devido à timidez .
Carlos sempre teve um bom coração, ele diz que quando morrer quer que tudo que ele tem vá para a instituição.
Carlos gosta muito do trecho da musica A felicidade de Vinicius de Moraes e Tom Jobim que diz, “ A tristeza não tem fim, felicidade sim”.
Esse artigo tem a ver com a minha vida porque eu já passe pelo que Carlos passou, passei por 7 abrigos.

Eu aprendi com esse artigo que apesar das dificuldades da vida temos que sorrir e tentar seguir em frente.