quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Artigo sobre a série Raízes

Artigo sobre a série Raízes.
41 edição
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto
Ficha técnica da série:
Título Roots (Original)
Ano produção 2016
Dirigido por: Bruce Beresford  Mario Van Peebles  Phillip Noyce Thomas Carter (II)
Duração: 480 minutos
Gênero: Drama História
Países de Origem: Estados Unidos da América
Eu assisti os oito episódios da série Raízes.
A série conta a história de Kunta Kinte, passando de gerações até chegar em seu tataraneto, conta também o sofrimento dos(as) escravos(as) que eram humilhados pelos brancos e mesmo assim lutavam.
Todos os dias muitos(as) escravos(as) morriam por tentar fugir ou cometer algum erro com seu Dono.
A parte que eu mais gostei da série foi a parte que Kunta Kinte foi comprado e ele recebeu um novo nome mas ele não aceitava. Então seu dono o colocou em um pelourinho e começou a chicoteá-lo até que dissesse o nome que foi lhe dado. Seu dono perguntava qual era o seu nome ele dizia “ Kunta Kinte” e assim ele repetia cada vez que seu dono perguntava e cada vez que ele respondia Kunta Kinte levava uma chicoteada.
Para que poupasse sua vida Kunta Kinte disse o nome que foi lhe dado e assim foi tirado do pelourinho para que tratassem de suas graves feridas nas costas.
Kunta Kinte se casou com Belle, outra escrava do mesmo dono, Tiveram uma filha chamada Kizzy que quando foi vendida para Tom Lea que a estuprou e assim nasceu Chorge sem saber quem era seu pai. Só descobriu quem era seu pai quando era já adulto.
Chorge se apaixonou por Matilda um escrava novata. Eles se casaram e tiveram sete filhos. Dois deles foram homenageados com o nome do pai e da mãe de Chorge, Kizzy e tom.
Chorge começou a fazer apostas de briga de galo com seu pai Tom Lea e dali em diante seu nome passou a ser Chicken Chorge.
Os dois se tornaram profissionais e começaram a ganhar todas as apostas até que um dia Tom Lea apostou pela segunda vez no mesmo dia. O galo de Chorge já estava cansado e o apostador que estava contra eles trocou de galo e pegou o maior e mais forte que tinha. A assim Tom e Chorge perderam a aposta e Tom Lea não tinha dinheiro suficiente para pagar a aposta então teve que dar o seu Chorge que foi para o exterior por um tempo com o seu novo dono.
Tom Lea prometeu dar a liberdade de Chorge quando ele voltasse.
Muitos anos  se passaram  e quando Chorge voltou sua mãe já estava morta, dois dos seus sete filhos tinham sido vendidos, todos os outros filhos já estavam grandes e tom já estava casado.
Chorge participou da primeira guerra civil, e se machucou muito mas seu filho Tom foi socorrê-lo.
Depois de se recuperar Chorge foi falar com Tom Lea que já estava velhinho e como prometido deu-lhe a liberdade de Chorge como havia prometido.
 A esposa de Tom já estava prestes a ter o bebê e nesta época os escravos foram libertos mas tinham que trabalhar por comida então não fazia muita diferença. Eles trabalhavam o mesmo tanto que trabalhavam antes de serem libertos.
A série termina com o nascimento do filho de Tom, neto de Chorge, bisneto de Kizzy e tataraneto de Kunta Kinte e foi o primeiro negro que não nasceu  escravo.
Eu aprendi com essa série que apesar dos meu problemas tenho que eu ser forte, resistir e ir atrás dos meus sonhos.

Essa série tem a ver com a minha vida porque eu fui forte na vida, resisti a todos os meus problemas e do meu passado. 
  

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Artigo: Responsabilidade, educação (Chatice) dos pais

Artigo: Responsabilidade, educação (Chatice) dos pais
Os pais tem a responsabilidade de cuidar dos seus filhos até os 18 anos.
A maioria dos filhos acham seus pais chatos pelo fato deles terem um senso protetor muito grande e muitas vezes não deixar os filhos saírem com os amigos com medo que aconteça algo.
Cada pai tem uma maneira diferente de educar seus filhos, um método diferente e tem alguns que nem educam.
Eu Alyson Miguel Harrad Reis tenho dois pais e eles me educam de uma maneia meio diferente de todas as famílias, o lema dos meus pais é “ Educação em primeiro lugar” e depois vem as outras coisas.
Tenho também dois irmãos que são educados da mesma forma que eu.
Na minha família temos vários documentos para diferentes ocasiões:
TAC  (Termo de Ajuste de comportamento)
=
Esse documento serve para ajustar nosso comportamento, quando fazemos algo de errado e temos que melhorar.
TCLE ( Termo de Comprometimento Livre e Esclarecido)
=
Esse documento serve para nos comprometermos a fazer algo, por exemplo se eu quero comprar um celular, tenho que conversar com os papais para ver quando vamos comprar, como vamos pagar, eu me comprometo e eles também se comprometem.
Rotina
=
Esse documento serve para não ficarmos desorganizados, saber o que fazer durante o dia, escola, dança, curso.
Planejamento estratégico
=
Esse documento nós fazemos uma vez por ano e ele serve para planejar o ano, o que vamos fazer, onde vamos estudar.
Contrato
=
Esse documento serve para contratarmos, é um acordo entre as partes, ou seja da minha parte e da parte dos meus pais.
POP (Procedimento Operacional Padrão)
=
Esse documento serve para que possamos fazer alguma coisa, por exemplo arrumar a cama, limpar o banheiro, ele ensina passo a passo o que precisamos.
Esses são os cinco documentos que tem na minha família, e todos eles ajudam na minha educação.
Às vezes eu acho chato da parte dos meus pais, mas eu sei que tudo isso é para o meu bem para que eu tenha um futuro melhor.
Eu aprendi com esse artigo que eu tenho que cumprir todos os meus combinados com meus pais.

Esse artigo tem a ver com a minha vida porque eu estabeleci os 5 documentos com meus pais, e eu as vezes acho eles chatos, mas no futuro vou agradecê-los


Resenha do livro Amarelinho

Resenha do livro Amarelinho
41 edição 
Ganymédes José 
Editora: Girassol
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos

Colégio Estadual professor Cleto  
Amarelinho andava pela rua só, todos os dias era a mesma coisa, um pãozinho  aqui, um suquinho  ali. Amarelinho  tinha cinco irmãos, também tinha uma irmã, mas era casada e morava na cidade.
A mãe era gritalhona e batia nos filhos menores. Todos eles saiam bem cedo pela manhã e voltavam à noite com o dinheiro que conseguiam, comiam onde conseguiam comida e se não conseguiam ficaram com fome.
O apelido de Amarelinho foi dado por que ele era magro, miúdo e desconjuntado.
Os irmãos olhavam para as pessoas com sacolas cheias de  comidas, as pessoas no banco sacando  dinheiro. Amarelinho teve um pensamento que se  tivesse uma metralhadora  ele iria atirar em todo mundo e roubar todo o dinheiro deles para ficar rico. Um carro parou Amarelinho na rua e o homem que estava dentro  perguntou se ele iria matar alguém.  Ele disse que não. 
O homem perguntou se ele tinha ganho aquela metralhadora, Amarelinho disse que não, que ele mesmo tinha comprado. O homem perguntou com que dinheiro ele tinha comprado. Amarelinho disse que comprou com o dinheiro que pegou dentro de uma casa. Depois de um tempo conversando, Amarelinho descobriu que ele havia roubado. Era do homem do carro, mas Amarelinho não tinha só roubado dinheiro, ele tinha roubado também três anéis que eram da esposa do homem do carro. Amarelinho se arrependeu do que tinha feito. Devolveu os anéis e pediu desculpas e assim o homem deixou que ele ficasse com a metralhadora.
Amarelinho foi para casa e sua mãe  perguntou o que ele estava fazendo com uma metralhadora. Amarelinho  respondeu que queria matar as pessoas do banco, atirar nos caixas, roubar todo o dinheiro e ficar rico para ajudar ela. 
Amarelinho era favelado, pobre, só e ladrão. Apesar de ser uma criança, ele cometia crimes. Mas ainda era uma criança, tinha apenas oito anos, tinha sonhos, desejos iguais às outras crianças.

Esse livro tem a ver com a minha vida porque eu já fui favelado, pobre, só e ladrão igual ao Amarelinho.

Eu aprendi com esse livro, que eu tenho que tentar ser feliz com o que tenho e não ficar roubando as outras pessoas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Artigo – O não dos pais

Artigo – O não dos pais
Baseado na matéria da Folha de São Paulo escrita por Rosely Sayão
Alyson Miguel Harrad Reis
15 anos
Estudante do Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba
Os pais vivem vários conflitos com seus filhos, a maioria deles é causado por pedidos e pressões dos filhos.
O que as crianças e adolescentes mais querem é um sim dos pais, mas a maioria das vezes a resposta é, ”não, já falei que não, não insista”. O que acontece? Por que tanto não?
Os pais têm essas duvidas “Permitir ou não? Dar ou não? Eis a questão!”
Às vezes os pais acham que é cedo demais para que os filhos façam  determinadas coisas, muitas vezes é para a própria segurança do filho.
Desde muito pequenas as crianças já sabem o que querem, nem que seja se coçar, mas sabem.
Uma coisa que as crianças sabem fazer muito bem é batalhar pelo que querem. Elas criam novas estratégias e usam todas que aprenderam que funcionam, por exemplo, os bebês eles choram quando querem algo e quando recebem o que querem eles param de chorar, e aí já percebem que quando for querer algo é só chorar que vai ter.
Quando maiores na fase da pré-adolescência ou ainda criança, ainda usam suas estratégias para conseguirem o que querem, por exemplo, a maioria dos pré-adolescentes quer agradar seus pais para conseguir algo, e todos os pais gostam que os filhos arrumem os quartos e deixem a casa organizada, não é? E então bolam estratégias: limpam a casa e fazem o que os pais querem para poder ganhar o que querem.
Então desde bebê a gente sabe o que quer e o que podemos fazer para conseguir o que queremos, até os adultos fazem isso, isso é uma coisa que vai desenvolvendo a capacidade da pessoa.
Quando os pais dizerem não os filhos podem entrar em consenso para que se torne um sim.
Eu aprendi com esse artigo que tenho que aceitar com mais facilidade o não de meus pais porque a maioria das vezes um não é apenas para minha proteção.
Esse artigo tem a ver com a minha vida por que eu faço estratégias com meus pais para conseguir o que quero.



Artigo – Egoísmo

Artigo – Egoísmo
Baseado na minha vivencia e dos meus amigos.
Alyson Miguel Harrad Reis
15 anos
Estudante do Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba
O egoísmo é o amor exagerado aos próprios interesses a despeito dos de outro alguém.
Egoísmo não é pensar em você, egoísmo e pensar só em você, não pensar em mais ninguém.
Temos que perceber que o mundo não gira em torno de nós, não somos o centro do universo.
Temos que pensar nas pessoas ao redor, por exemplo, eu não vou tirar a roupa e ficar nu no meio da rua, se eu fizesse isso eu estaria pensando só em mim, mas eu tenho que pensar nas pessoas que estão me vendo, nas pessoas ao redor, pensar no que vão pensar de mim no que vão falar de mim.
Não posso só pensar em mim, claro que temos que pensar em nós mas não podemos ser egoístas pensar só em si.
Temos que ter autoestima, a gente existe a partir do olhar do outro, sem o outro não existimos
Quem pensa demais em si mesmo perde oportunidades criativas.


Egoísmo é um substantivo masculino que nomeia um amor próprio excessivo, que leva um indivíduo a olhar só para os suas opiniões, interesses e necessidades, e que despreza as necessidades alheias.
Egoísmo é um exclusivismo que faz o indivíduo se referir tudo a si próprio. É um orgulho, uma presunção.
A pessoa que trata só de seus interesses, que carrega consigo os sentimentos do egoísmo é adjetivada de egoísta.
Em psicologia, a atitude intelectual daquele que tudo se refere ao próprio eu, é chamada de egocentrismo.
O egoísmo é um comportamento que leva o indivíduo a desejar total exclusividade sobre o sentimento alheio, gerando ciúme, um sentimento negativo, que quando exagerado torna-se uma paranoia.
O contrário de egoísmo é o altruísmo, ou seja, um comportamento de quem tem amor ao próximo, que é abnegado, solidário com os outros.
Para os budistas, ao se atingir o estado de Nirvana, através da meditação, se chega à libertação, considerada a última etapa a ser alcançada pela filosofia budista. Nele é possível se livrar do egoísmo, do orgulho, da inveja etc. sentimentos que afligem o ser humano.
Eu aprendi com esse artigo que eu não posso ser egoísta com as pessoas e não posso só pensar em mim.
Esse artigo tem a ver com a minha vida por que eu era muito egoísta, na verdade eu ainda sou, mas sou menos que eu era.








segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Artigo - Ciúmes

Artigo - Ciúmes
Baseado na minha vivência e dos meus amigos
 Alyson Miguel Harrad Reis
 15 anos
 Estudante do Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba
“Ciúmes é um sentimento causado pelo receio de perder, o afeto da pessoa amada, despeito invejoso”*
Às vezes o ciúme se torna uma obsessão e isso não pode acontecer.
Eu Alyson Miguel Harrad Reis tenho ciúmes dos meus amigos e familiares, tenho ciúmes de todas as pessoas que conheço. Não sei por que. Eu também já fui obcecado por uma pessoa.
Agora vamos conhecer a história de Estela.
Estela tinha 14 anos, estudava bastante e tinha muitos amigos.
Estela tinha muito ciúmes das pessoas que ela conhecia, mas não era um ciúme normal, era um extremo ciúme. Ela não deixava os seus amigos falarem com ninguém, só com ela. Ela dizia que a única amiga deles era ela.
Estela tinha possessão pelas pessoas.
A mãe dela já tentou conversar com ela e explicar que não pode ser possessiva.
Depois de um tempo, Estela foi percebendo que não era legal fazer aquilo com as pessoas. Ela perdeu muitos amigos por causa de sua atitude e isso a fez refletir e pensar que aquilo era errado.
A mãe e o pai de Estela contrataram um psicólogo para ajudá-la.
O psicólogo ajudou muito Estela e ela foi tomando consciência aos poucos e foi parando de ser possessiva. Todos os seus amigos voltaram a falar com ela e ela ficou muito feliz.    
Eu tenho bastante ciúmes dos meus amigos e familiares, mas não tenho possessão, só tive uma vez.
Esse artigo tem a ver com a minha vida porque já fui possessivo e perdi amizades por causa disso.
Eu aprendi com esse artigo que não podemos ser possessivos, nem mesmo com nossos namorados/namoradas, porque isso é errado e ao invés de trazer as pessoas isso faz elas se afastarem.
*https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=ciúmes 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Artigo - Cecê

Artigo - Cecê
Baseado na minha vivência e dos meus amigos
 Alyson Miguel Harrad Reis
 15 anos
 Estudante do Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba
O cecê começa a surgir na puberdade. São as glândulas sudoríparas, ou, simplesmente,  glândulas de suor. 
CC ou Cecê que significa cheiro de corpo, origina-se da sigla em inglês B.O. (Body Odour – Odor Corporal).
Às vezes o cecê pode incomodar as pessoas e em alguns casos a propria pessoa dona do cecê se incomoda, mas incomoda principalmente as outras pessoas.
Dependendo da pessoa, o cheiro é muito forte. Tem uns que tem cheiro forte e outros que não.
Agora vamos ver a história de Mariana.
Mariana tinha 12 anos, morava com seus pais e seu irmão, ela sempre gostou de estudar desde pequena. Era uma menina muito dedicada e cuidadosa.
Marina começou a evoluir, seus hormônios começaram a ficar à flor da pele, ela começou a menstruar, a criar espinhas, e a suar bastante, e seu cecê começou a ficar forte.
A família e os amigos delas perceberam isso. Os pais dela disseram para ela se cuidar, lavar o suvaco todos os dias e passa roll-on.
Os colegas da escola dela começaram a fazer bullying com ela dizendo que ela fedia muito, que fedia mais que cocô. Isso a deixava muito magoada e ,às vezes isso a Fazia chorar.
Mariana não contava isso para ninguém mas seus pais perceberam que ela estava mais quieta e triste.
Sua mãe não aguentava vê-la daquele jeito e decidiu ir conversar com ela:
Mãe de Mariana: Mari! Está acontecendo algo com você filha?   
Mariana: Nada não mãe!
Mãe de Mariana: Estou bem mãe, não aconteceu nada!
Mariana: Só estou cansada ultimamente.
Mãe de Mariana: Tá bom filha qualquer coisa venha falar com a mamãe.
Mariana fazia tudo que sua família aconselhava, se cuidava, tomava bastante banho, passava roll-on, perfume, mas na escola ela corria e brincava muito e isso a fazia soar e ficar com cecê e como o cheiro era muito forte os amigos dela saiam de perto e isso a fazia ficar triste e chorar.
Mariana contou isso para seus pais. Eles disseram que é uma fase da adolescência. Foram até a escola conversar com a diretora e com os colegas que estavam fazendo bullying, e resolveram o problema.
O Cecê é mais forte na adolescência  por causa dos hormonios, mas se qualquer pessoa não tomar banho e não passar deosodorante também.
Eu aprendi com esse artigo que não se deve fazer bullying com ninguém e por nenhum motivo.
Esse artigo tem a ver com a minha vida por que já sofri bullying e já pratiquei o bullying.