sábado, 22 de abril de 2017

Artigo: Empatia

Artigo: Empatia, baseado no artigo da Folha de São Paulo, escrito por Rosely Sayão.
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
Empatia é quando alguém quer ajudar o próximo e sempre pensar no outro.
Empatia é você se colocar no lugar de alguém e imaginar como seria se você fosse aquela pessoa naquele momento. O que iria fazer?
Rosely diz que temos que ensinar a empatia para as pessoas desde sempre. Ela diz também que os adolescentes precisam de ajuda para que eles aceitem as pessoas ao seu redor e ao invés de julgar e xingar, ajudar e cuidar.
As escolas de hoje em dia têm em foco o ensino e expectativas do aprendizado dos conteúdos. É por isso que as famílias desejam por boas notas escolares dos filhos, e escolas que são consideradas boas  são aquelas que tem uma quantidade enorme de conteúdos que têm que ser aprendidos pelos alunos, não importa como.
São poucas escolas que escapam desse foco conteudista, e ainda é pouco o número de famílias que procuram escolas chamadas alternativas, que têm metas diferentes daquelas praticadas nas escolas tradicionais.
O ensino das humanidades nas escolas está em segundo lugar, e a reforma do ensino médio oficializa essa posição. A proposta do ensino médio quer tirar as matérias do ensino das humanidades.
O ensino das humanidades é essencial porque é com elas que aprendemos a ser éticos e cidadãos.
A questão da ética deve ser discutida e desenvolvida pelos estudantes, na escola na família e na sociedade.
Esse artigo tem a ver com a minha vida porque quando eu cheguei em Curitiba eu era muito egoísta, não era empático, mas com o passar do tempo fui aprendendo a empatia.

Eu aprendi com esse artigo que eu devo ser empático com as pessoas.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Artigo: Frustração baseado na matéria que foi publicada na Folha de São Paulo escrita por Rosely Sayão

Artigo: Frustração baseado na matéria que foi publicada na Folha de São Paulo escrita por Rosely Sayão.
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR
Muitos pais não querem que seus filhos experimentem frustrações Na vida, acham que pode prejudicar o desenvolvimento da criança.
Um exemplo de frustração: Uma mãe está procurando professores de todas as matérias para acompanhar seu filho durante o ano letivo. Ela não quer que ele tenha baixos rendimentos. Nas raras vezes que isso aconteceu ele começou a ter um comportamento estranho, não queria ir para a escola e ficava muito triste.
A mãe diz que ele precisou de algumas sessões psicológicas para conseguir seguir em frente e recuperar as notas que ele havia considerado baixas.
Essas frustrações são normais, quando queremos muito que aconteça algo e não acontece, ficamos tristes e frustrados.
Eu Alyson Miguel Harrad Reis  era muito frustrado. Quando uma coisa que eu queria que acontecesse não acontecia eu ficava muito chateado  e triste e grosso. Uma vez eu queria muito ir numa festa, tinha até pegado o convite e no fim não deu pra eu ir. Eu fiquei brabo, não queria falar com ninguém, mas de tanto eu me frustrar eu aprendi a não me frustrar.
Os pais tentam proteger seus filhos das decepções, mas as decepções fazem parte da vida e é com as decepções que a gente aprende a não se decepcionar e não se frustrar.
As primeiras frustrações da vida começam quando ainda somos bebês, quando tentamos andar, não conseguimos e caímos, e começamos a chorar pelo fato de não termos conseguido andar. Começamos com as frustrações cedo.
Eu ficava frustrado quando eu pedia para meus pais comprarem uma coisas e eles diziam não, eu fazia birra, caras e bocas e ficava insistindo para que eles comprassem, e eles me deixaram de castigo.
No entanto eu fui aprendendo a lidar com essas coisas. Hoje se eu pedir algo para meus pais e eles disserem não, eu não vou gostar mas eu não faço mais birra e não fico mais insistindo para que eles comprem.
Rosely diz aos pais para não se preocuparem com as frustrações de seus filhos porque a frustração faz parte da vida, é com ela que aprendemos a lidar com as coisas.
A vida é cheia de frustrações, todo mundo tem alguma frustração, no trabalho, em casa , com os amigos e às vezes tem frustrações com sigo mesmo.
Eu aprendi com esse artigo que eu tenho que me frustrar para aprender a não me frustrar , porque é só  se frustrando que aprendemos a não nos frustrar.

Esse artigo tem a ver com a minha vida porque eu era muito frustrado com as coisas e eu aprendi muitas coisas na vida com as frustrações.

domingo, 26 de março de 2017

A importância do combinado

Artigo: a importância do combinado
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba PR 
Existe combinado para tudo no nosso cotidiano, na escola, no trabalho etc, para tudo tem que ter um combinado.
Na minha família existem muitos combinados, temos combinados para tudo, para a escola, para as atividades fora de casa e inclusive tem combinados dentro de casa:
Temos o TCLE, o TAC, o contrato, o planejamento e a rotina, cada um tem o seu, mas também tem o contrato e planejamento da família que todos fazemos juntos e estabelecemos juntos os combinados. Parece tudo muito chato e é, porém tem o lado bom que é ser autônomo.
Quando eu quero alguma coisa também temos que combinar Por exemplo, se eu quero ir em uma festa tenho que perguntar para meus pais se eu posso ir, temos que combinar que horas eu vou que horas eu volto e que dia vai ser.
Se ninguém combina nada com ninguém vai ser tudo uma desorganização só.
Se combinarmos alguma coisa com alguém temos que cumprir.
O  pai tem que ter compreensão do filho, e o filho tem que ter compreensão do pai.
O pai não pode dizer não ou sim sem um motivo, tem que explicar o porquê, por exemplo, eu peço para meus pais para eu ir em uma festa mas eu não cumpro meus combinados. Eles dizem não porque eu não cumpri meus combinados, ou eles dizem sim porque eu cumpri o combinado.
Se as pessoas cumprem os combinados tudo dará certo, mas se não combinar muitas coisas darão erradas no mundo por causa disso.
Eu Alyson Miguel Harrad Reis faço o possível para cumprir os combinados com meus pais, quando eu cumpro minha parte eles cumprem a deles, se eu não cumpro minha parte eles não cumprem a deles.
Eu aprendi com esse artigo que eu tenho que cumprir o que eu falo para as pessoas e não falar uma coisa e fazer tudo ao contrário.

Esse artigo tem a ver com a minha vida porque antes nunca tive combinado nenhum, mas quando fui adotado eu aprendi a combinar    

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Artigo sobre a série Raízes

Artigo sobre a série Raízes.
41 edição
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos
Colégio Estadual Professor Cleto
Ficha técnica da série:
Título Roots (Original)
Ano produção 2016
Dirigido por: Bruce Beresford  Mario Van Peebles  Phillip Noyce Thomas Carter (II)
Duração: 480 minutos
Gênero: Drama História
Países de Origem: Estados Unidos da América
Eu assisti os oito episódios da série Raízes.
A série conta a história de Kunta Kinte, passando de gerações até chegar em seu tataraneto, conta também o sofrimento dos(as) escravos(as) que eram humilhados pelos brancos e mesmo assim lutavam.
Todos os dias muitos(as) escravos(as) morriam por tentar fugir ou cometer algum erro com seu Dono.
A parte que eu mais gostei da série foi a parte que Kunta Kinte foi comprado e ele recebeu um novo nome mas ele não aceitava. Então seu dono o colocou em um pelourinho e começou a chicoteá-lo até que dissesse o nome que foi lhe dado. Seu dono perguntava qual era o seu nome ele dizia “ Kunta Kinte” e assim ele repetia cada vez que seu dono perguntava e cada vez que ele respondia Kunta Kinte levava uma chicoteada.
Para que poupasse sua vida Kunta Kinte disse o nome que foi lhe dado e assim foi tirado do pelourinho para que tratassem de suas graves feridas nas costas.
Kunta Kinte se casou com Belle, outra escrava do mesmo dono, Tiveram uma filha chamada Kizzy que quando foi vendida para Tom Lea que a estuprou e assim nasceu Chorge sem saber quem era seu pai. Só descobriu quem era seu pai quando era já adulto.
Chorge se apaixonou por Matilda um escrava novata. Eles se casaram e tiveram sete filhos. Dois deles foram homenageados com o nome do pai e da mãe de Chorge, Kizzy e tom.
Chorge começou a fazer apostas de briga de galo com seu pai Tom Lea e dali em diante seu nome passou a ser Chicken Chorge.
Os dois se tornaram profissionais e começaram a ganhar todas as apostas até que um dia Tom Lea apostou pela segunda vez no mesmo dia. O galo de Chorge já estava cansado e o apostador que estava contra eles trocou de galo e pegou o maior e mais forte que tinha. A assim Tom e Chorge perderam a aposta e Tom Lea não tinha dinheiro suficiente para pagar a aposta então teve que dar o seu Chorge que foi para o exterior por um tempo com o seu novo dono.
Tom Lea prometeu dar a liberdade de Chorge quando ele voltasse.
Muitos anos  se passaram  e quando Chorge voltou sua mãe já estava morta, dois dos seus sete filhos tinham sido vendidos, todos os outros filhos já estavam grandes e tom já estava casado.
Chorge participou da primeira guerra civil, e se machucou muito mas seu filho Tom foi socorrê-lo.
Depois de se recuperar Chorge foi falar com Tom Lea que já estava velhinho e como prometido deu-lhe a liberdade de Chorge como havia prometido.
 A esposa de Tom já estava prestes a ter o bebê e nesta época os escravos foram libertos mas tinham que trabalhar por comida então não fazia muita diferença. Eles trabalhavam o mesmo tanto que trabalhavam antes de serem libertos.
A série termina com o nascimento do filho de Tom, neto de Chorge, bisneto de Kizzy e tataraneto de Kunta Kinte e foi o primeiro negro que não nasceu  escravo.
Eu aprendi com essa série que apesar dos meu problemas tenho que eu ser forte, resistir e ir atrás dos meus sonhos.

Essa série tem a ver com a minha vida porque eu fui forte na vida, resisti a todos os meus problemas e do meu passado. 
  

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Artigo: Responsabilidade, educação (Chatice) dos pais

Artigo: Responsabilidade, educação (Chatice) dos pais
Os pais tem a responsabilidade de cuidar dos seus filhos até os 18 anos.
A maioria dos filhos acham seus pais chatos pelo fato deles terem um senso protetor muito grande e muitas vezes não deixar os filhos saírem com os amigos com medo que aconteça algo.
Cada pai tem uma maneira diferente de educar seus filhos, um método diferente e tem alguns que nem educam.
Eu Alyson Miguel Harrad Reis tenho dois pais e eles me educam de uma maneia meio diferente de todas as famílias, o lema dos meus pais é “ Educação em primeiro lugar” e depois vem as outras coisas.
Tenho também dois irmãos que são educados da mesma forma que eu.
Na minha família temos vários documentos para diferentes ocasiões:
TAC  (Termo de Ajuste de comportamento)
=
Esse documento serve para ajustar nosso comportamento, quando fazemos algo de errado e temos que melhorar.
TCLE ( Termo de Comprometimento Livre e Esclarecido)
=
Esse documento serve para nos comprometermos a fazer algo, por exemplo se eu quero comprar um celular, tenho que conversar com os papais para ver quando vamos comprar, como vamos pagar, eu me comprometo e eles também se comprometem.
Rotina
=
Esse documento serve para não ficarmos desorganizados, saber o que fazer durante o dia, escola, dança, curso.
Planejamento estratégico
=
Esse documento nós fazemos uma vez por ano e ele serve para planejar o ano, o que vamos fazer, onde vamos estudar.
Contrato
=
Esse documento serve para contratarmos, é um acordo entre as partes, ou seja da minha parte e da parte dos meus pais.
POP (Procedimento Operacional Padrão)
=
Esse documento serve para que possamos fazer alguma coisa, por exemplo arrumar a cama, limpar o banheiro, ele ensina passo a passo o que precisamos.
Esses são os cinco documentos que tem na minha família, e todos eles ajudam na minha educação.
Às vezes eu acho chato da parte dos meus pais, mas eu sei que tudo isso é para o meu bem para que eu tenha um futuro melhor.
Eu aprendi com esse artigo que eu tenho que cumprir todos os meus combinados com meus pais.

Esse artigo tem a ver com a minha vida porque eu estabeleci os 5 documentos com meus pais, e eu as vezes acho eles chatos, mas no futuro vou agradecê-los


Resenha do livro Amarelinho

Resenha do livro Amarelinho
41 edição 
Ganymédes José 
Editora: Girassol
Alyson Miguel Harrad Reis
16 anos

Colégio Estadual professor Cleto  
Amarelinho andava pela rua só, todos os dias era a mesma coisa, um pãozinho  aqui, um suquinho  ali. Amarelinho  tinha cinco irmãos, também tinha uma irmã, mas era casada e morava na cidade.
A mãe era gritalhona e batia nos filhos menores. Todos eles saiam bem cedo pela manhã e voltavam à noite com o dinheiro que conseguiam, comiam onde conseguiam comida e se não conseguiam ficaram com fome.
O apelido de Amarelinho foi dado por que ele era magro, miúdo e desconjuntado.
Os irmãos olhavam para as pessoas com sacolas cheias de  comidas, as pessoas no banco sacando  dinheiro. Amarelinho teve um pensamento que se  tivesse uma metralhadora  ele iria atirar em todo mundo e roubar todo o dinheiro deles para ficar rico. Um carro parou Amarelinho na rua e o homem que estava dentro  perguntou se ele iria matar alguém.  Ele disse que não. 
O homem perguntou se ele tinha ganho aquela metralhadora, Amarelinho disse que não, que ele mesmo tinha comprado. O homem perguntou com que dinheiro ele tinha comprado. Amarelinho disse que comprou com o dinheiro que pegou dentro de uma casa. Depois de um tempo conversando, Amarelinho descobriu que ele havia roubado. Era do homem do carro, mas Amarelinho não tinha só roubado dinheiro, ele tinha roubado também três anéis que eram da esposa do homem do carro. Amarelinho se arrependeu do que tinha feito. Devolveu os anéis e pediu desculpas e assim o homem deixou que ele ficasse com a metralhadora.
Amarelinho foi para casa e sua mãe  perguntou o que ele estava fazendo com uma metralhadora. Amarelinho  respondeu que queria matar as pessoas do banco, atirar nos caixas, roubar todo o dinheiro e ficar rico para ajudar ela. 
Amarelinho era favelado, pobre, só e ladrão. Apesar de ser uma criança, ele cometia crimes. Mas ainda era uma criança, tinha apenas oito anos, tinha sonhos, desejos iguais às outras crianças.

Esse livro tem a ver com a minha vida porque eu já fui favelado, pobre, só e ladrão igual ao Amarelinho.

Eu aprendi com esse livro, que eu tenho que tentar ser feliz com o que tenho e não ficar roubando as outras pessoas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Artigo – O não dos pais

Artigo – O não dos pais
Baseado na matéria da Folha de São Paulo escrita por Rosely Sayão
Alyson Miguel Harrad Reis
15 anos
Estudante do Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba
Os pais vivem vários conflitos com seus filhos, a maioria deles é causado por pedidos e pressões dos filhos.
O que as crianças e adolescentes mais querem é um sim dos pais, mas a maioria das vezes a resposta é, ”não, já falei que não, não insista”. O que acontece? Por que tanto não?
Os pais têm essas duvidas “Permitir ou não? Dar ou não? Eis a questão!”
Às vezes os pais acham que é cedo demais para que os filhos façam  determinadas coisas, muitas vezes é para a própria segurança do filho.
Desde muito pequenas as crianças já sabem o que querem, nem que seja se coçar, mas sabem.
Uma coisa que as crianças sabem fazer muito bem é batalhar pelo que querem. Elas criam novas estratégias e usam todas que aprenderam que funcionam, por exemplo, os bebês eles choram quando querem algo e quando recebem o que querem eles param de chorar, e aí já percebem que quando for querer algo é só chorar que vai ter.
Quando maiores na fase da pré-adolescência ou ainda criança, ainda usam suas estratégias para conseguirem o que querem, por exemplo, a maioria dos pré-adolescentes quer agradar seus pais para conseguir algo, e todos os pais gostam que os filhos arrumem os quartos e deixem a casa organizada, não é? E então bolam estratégias: limpam a casa e fazem o que os pais querem para poder ganhar o que querem.
Então desde bebê a gente sabe o que quer e o que podemos fazer para conseguir o que queremos, até os adultos fazem isso, isso é uma coisa que vai desenvolvendo a capacidade da pessoa.
Quando os pais dizerem não os filhos podem entrar em consenso para que se torne um sim.
Eu aprendi com esse artigo que tenho que aceitar com mais facilidade o não de meus pais porque a maioria das vezes um não é apenas para minha proteção.
Esse artigo tem a ver com a minha vida por que eu faço estratégias com meus pais para conseguir o que quero.